Web Commands

Quando falamos de CQRS, temos as consultas e os comandos. Esses comandos podem ser consumidos diretamente por aplicações, mas como expor publicamente para os clientes? Uma opção comum nos dias de hoje é utilizar o protocolo HTTP, facilitando assim o consumo pelas mais diversas linguagens e tecnologias. E quais as opções no .NET para fazermos esta exposição?

O ASP.NET é um candidato para isso, já que em sua versão core está modularizado e flexível, e assim podemos otimizar o pipeline de execução com somente aquilo que seja de fato necessário para executar os comandos. A finalidade do vídeo abaixo é exibir uma forma alternativa para incorporar os comandos do domínio no ASP.NET, utilizando o mínimo de recursos possível do hosting. Link para o código do exemplo.

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NVarchar e NHibernate

Pode não ser novidade, mas as vezes podemos cair em algumas armadilhas que se não ficarmos atentos, podemos ter problemas de performance relacionados à campos do tipo de dado string. Apesar de focar o artigo no NHibernate, não é um problema somente dele, na verdade, acaba sendo mais um problema do banco de dados, pois ele pode acontecer independente se estiver ou não utilizando algum ORM na aplicação. Considere as consultas abaixo:

SELECT * FROM Duplicata WHERE PrefixoDoCnpj = N'111111111'
SELECT * FROM Duplicata WHERE PrefixoDoCnpj = '111111111'

O campo PrefixoDoCnpj é um campo do tipo varchar(11) na base de dados. Temos também um índice sobre este campo para otimizar as pesquisas por ele, afinal, é muito comum querer retornar todas as duplicatas de um determinado CNPJ. A única diferença que se nota em ambas as consultas é que a primeira tem o caractere “N” antes do valor do parâmetro. Isso serve para indicar ao SQL Server que o tipo de dado é nvarchar. Ao rodar as consultas, a primeira será muito mais lenta que a segunda versão, que utiliza o mesmo tipo de dado da coluna (varchar). Para entender melhor a diferença, vamos analisar os planos de execução:

nhnvarchar

Na primeira consulta, onde o parâmetro tem um tipo de dados diferente do tipo de dado da coluna, ele está fazendo um index scan, obrigando o SQL Server a tocar em cada uma das linhas do índice e fazer a conversão implícita de cada um dos valores (pode-se perceber isso na imagem acima), e sendo assim, o custo está diretamente associado à quantidade de linhas que a tabela tenha. Já a segunda consulta, o SQL Server opta por fazer uso do index seek, que recorre a forma de pesquisa onde ele extrai diretamente os registros que satisfazem o critério desejado.

Tudo o que vimos acima tem a ver exclusivamente com SQL Server. Se optarmos por utilizar o NHibernate para que ele faça a geração da base de dados a partir do nosso domínio, ao utilizar as configurações padrão, todos os campos strings serão mapeados como Unicode, ou seja, nvarchar. Além dos problemas de performance que vimos acima, por aceitar caracteres Unicode, precisamos de mais espaço de armazenamento, e dependendo do tipo de aplicação que está se desenvolvendo, isso não é necessário. E ainda, se criamos scripts manuais para a criação/manutenção de itens da base dados, optando pelo tipo de dado varchar e no NHibernate sermos omissos em relação à isso, o problema da degradação da performance acontecerá.

Para deixarmos explícito para ao NHibernate que ele deve utilizar varchar ao invés de nvarchar, podemos definir o tipo de dado da propriedade como AnsiString. Isso indicará ao SQL Server a tratar esta coluna da forma que desejamos (varchar), e além disso, podemos já definir o atributo sql-type para ser utilizado na geração do scripts de criação da base de dados se isso for necessário.

<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<hibernate-mapping xmlns="urn:nhibernate-mapping-2.2" assembly="AppDeExemplo" namespace="AppDeExemplo">
  <class name="Sacado">
    <id name="PrefixoDoCnpj" length="11" type="AnsiString">
      <column name="PrefixoDoCnpj" sql-type="varchar(11)" length="11" />
      <generator class="assigned" />
    </id>
    <!-- Demais Configurações -->
    <bag name="Duplicatas">
      <key column="PrefixoDoCnpj" />
      <composite-element class="Duplicata">
        <!-- Demais Configurações -->
      </composite-element>
    </bag>
  </class>
</hibernate-mapping>

Lazy Loading e Contextos de Domínio

Quando optamos por desenvolver uma aplicação orientada ao domínio (DDD), uma série de termos e conceitos devem ser entendidos para que sejam bem aproveitados e consigamos assim expressar em nosso código o que for necessário para atender a demanda daquela aplicação, serviço ou funcionalidade. O principal guia que agrupa todos esses termos é o livro do Eric Evans, chamado de Domain-Driven Design: Tackling Complexity in the Heart of Software.

Para persistência geralmente utilizamos repositórios (também descrito neste livro), que recorremos para inserir novos dados ou até mesmo para extrair os registros existentes, e mais tarde, persistir as eventuais alterações realizadas durante o processamento de alguma tarefa. E na maioria das implementações de repositórios, por trás (infraestrutura), sempre há um ORM que faz toda a mágica.

Na medida em que vamos desenvolvendo nosso domínio, vamos agregando às entidades diversas características e funcionalidades, tornando a classe cada vez mais próxima ao mundo real. E, como sabemos, os ORMs fornecem a possibilidade de habilitarmos um recurso chamado de lazy loading. Apenas para recordar, ele posterga a extração dos dados até que a mesma seja demandada, o que em outras palavras significa que a consulta será encaminhada à base de dados somente quando acessarmos a propriedade onde estão o(s) dado(s) custoso(s). É comumente relacionado à coleções, mas há situações onde se refere à outras classes ou até mesmo propriedades (como um array de bytes). Abaixo alguns exemplos (em negrito) do que poderia ser considerado como lazy loading:

public class Duplicata
{
    public AnaliseConfirmativa Confirmacao { get; private set; }

    public string Numero { get; private set; }

    public Sacado Sacado { get; }

    public IEnumerable<AcaoDeCobranca> AcoesDeCobranca
    {
        get
        {
            return acoesDeCobranca;
        }
    }

}

Com pouca configuração, os ORMs permitem postergar a carga das informações somente quando elas são solicitadas. Abaixo um pseudo-código que ilustra os vários momentos que vamos recorrer ao banco de dados; repare que somente quando acessamos as propriedades negritadas é que elas são extraídas, tornando um processo transparente para quem escreve o código.

var duplicata = repositorioDeTitulos.BuscarPorId(1);
//SELECT Numero, Sacado FROM Duplicata WHERE TituloId = 1

Console.WriteLine(duplicata.Confirmacao.Data);
//SELECT Data, Status, Confirmador FROM AnaliseConfirmativa WHERE Id = 3

foreach (var acao in duplicata.AcoesDeCobranca)
    //SELECT * FROM AcoesDeCobranca WHERE TituloId = 1
{
    //…
}

Como já era de se esperar, o ORM honra a configuração de lazy loading, e recorre ao banco somente quando de fato precisamos dos dados. Mas vamos detalhar melhor o que acontece no código acima: primeiramente recorremos ao repositório para extrair a duplicata de identificador 1. A consulta que foi feita devolve apenas os dados básicos da duplicata (número e sacado), e é tudo o que queremos até então. Logo que precisamos da parte da confirmação, uma nova consulta é feita. Por fim, quando queremos iterar pelas ações de cobrança, uma terceira consulta é feita para extrair os registros filhos.

Podemos perceber que as “partes” da duplicata são carregadas sob demanda, mas como disse anteriormente, em certos contextos, poderíamos poupar trabalho e já carregar juntamente com os dados básicos, os dados complementares para executar uma determinada ação. Vamos supor que tivéssemos dois ambientes: confirmação e cobrança. No primeiro ambiente, gostaria de que em uma única consulta me retornasse os dados inerentes ao processo de confirmação da duplicata; já no segundo ambiente, gostaria que as ações de cobrança também fossem extraídas tão logo quando a classe Duplicata fosse materializada.

Mas a configuração do ORM é única, não me permitindo customizar isso caso a caso, ambiente por ambiente. Se a performance é um ponto crucial da aplicação, é capaz de termos que começar a poluir a interface do repositório com métodos que retorne – ainda – a duplicata, mas que contextualizem para qual ambiente queremos:

var duplicata = repositorioDeTitulos.BuscarDuplicataParaConfirmacao(1);
var duplicata = repositorioDeTitulos.BuscarDuplicataParaCobranca(1);

E no interior de cada um dos métodos, recorreríamos a API do ORM para fazer a carga antecipada das informações relativas aquele contexto. Apesar de funcionar, em pouco tempo, é provável que o repositório comece a ter diversos métodos que estão ali mais para tentar “burlar” o ORM/sistema, e induzi-los a extrair os dados necessários para executar a operação desejada pelo usuário dentro daquele contexto.

Note que com um pequeno exemplo é possível ver o tamanho do problema que podemos ter ao criar um grande domínio e sem nos preocuparmos com a separação em contextos. Eles precisam ser bem pensados para tentar mantermos as entidades com a estrutura necessária para atender aquele contexto específico, caso contrário, podemos degradar a performance e termos dificuldades na manutenção e evolução da aplicação.

Performance com Server Push

No post anterior eu comentei sobre os benefícios da utilização do server push, recurso que foi disponibilizado a partir do HTTP/2. Lá mencionei sobre a melhor reutilização da conexão TCP quando ela é estabelecida para extrair algum recurso que desejamos solicitar, como por exemplo, uma página HTML.

É comum qualquer página HTML depender de recursos extras, tais como arquivos de scripts, estilos (CSS) e imagens. Considere o exemplo abaixo, que é uma página extremamente simples que referencia cinco arquivos de estilos.

<html>
    <head>
        <link href=”Estilos1.css” rel=”stylesheet” type=”text/css” />
        <link href=”Estilos2.css” rel=”stylesheet” type=”text/css” />
        <link href=”Estilos3.css” rel=”stylesheet” type=”text/css” />
        <link href=”Estilos4.css” rel=”stylesheet” type=”text/css” />
        <link href=”Estilos5.css” rel=”stylesheet” type=”text/css” />
    </head>
    <body>
        Testando
    </body>
</htm>

Quando fazemos a requisição para esta página HTML, é possível notar no log abaixo uma barra cinza em cada linha de acesso para os arquivos *.css. Essa cor indica o período de tempo em que o navegador fica aguardando para iniciar a requisição para o respectivo recurso. É importante notar que neste exemplo estamos utilizando o HTTP 1.1.

Já agora se fizermos a requisição utilizando o HTTP/2, podemos perceber que não existe mais a barra cinza, ou seja, isso indica que os recursos são carregados de forma concorrente, sem a necessidade de ter um delay. Isso tudo é possível perceber na imagem abaixo.

Criação e Gerenciamento de Conexões HTTP

Desde o início do .NET Framework temos uma classe chamada HttpWebRequest, que tem a finalidade de realizar requisições HTTP para algum recurso disponível. E como era de se esperar, ela expõe diversos métodos e propriedades para configurar as requisições que partem da instancia desta classe.

A cada requisição que é realizada, internamente ela recorre a classe ServicePointManager para criar a conexão até o recurso desejado, e a partir dai passa a reutilizar a mesma conexão nas chamadas subsequentes, poupando recursos da máquina de onde a requisição esta sendo feita. O objeto de conexão é criado considerando o protocolo, o host e a porta; se algum destes parâmetros variar, uma nova conexão é criada para atender este novo endereço e, consequentemente, reutilizada nas próximas requisições.

Só que existe a possibilidade de interferir na criação e gestão destas conexões. A classe HttpWebRequest define uma proprieade chamada ConnectionGroupName, e como o próprio nome sugere, ele considera o valor especificado nesta propriedade para criar a conexão, ou seja, para cada valor distinto definido nesta propriedade, uma nova conexão é criada. Se o valor se repetir, a conexão criada previamente é reutilizada.

Como sabemos, o WCF utiliza a classe HttpWebRequest nos bastidores quando acessa um serviço através do protocolo HTTP, e até então ele não disponibilizava qualquer propriedade no binding para configurar este pool de conexões HTTP. A partir da versão 4.6 do .NET Framework, a Microsoft permite ajustar este parâmetro (adicionando um prefixo) a fim de fazer uma melhor gestão e reuso das conexões HTTP pelos serviços WCF.

Por padrão, uma única conexão é mantida e compartilhada por todos os channels factories (proxy) que são instanciados pelo cliente. O que essa nova configuração irá fazer é criar uma conexão dedicada para cada channel factory criado pelo cliente, utilizando uma espécie de contador de instâncias para definir a propriedade ConnectionGroupName.

Para isso funcionar, basta ligar o flag useUniqueConnectionPoolPerFactory através do arquivo de configuração (app.config ou web.config) da aplicação cliente, assim como é mostrado no código abaixo.

<appSettings>
    <add key=”wcf:httpTransportBinding:useUniqueConnectionPoolPerFactory”
         value=”true” />
</appSettings>

Agora, se quiser um controle mais refinado e, de repente, variar a conexão de acordo com alguma regra ou parâmetro de negócio, você pode extrair e definir o nome do pool de conexões através das propriedades da mensagem do WCF, que em baixo nível, também vai utilizar o valor definido aqui para configurar a propriedade ConnectionGroupName.

OperationContext
    .Current
    .OutgoingMessageProperties
    .Add(“HttpTransportConnectionGroupNamePrefix”, “ValorCustomizado”);

Por fim, para ver isso em funcionamento, considere o código a seguir, que cria um laço e dentro dele instancia o channel factory e invoca o método do serviço. Antes de rodar, vamos configurar o flag como True para ver o impacto causado, provocando a criação de uma conexão dedicada para cada proxy. Por fim, é possível visualizar as conexões criadas através do utilitário TCPView.

var endereco = “http://localhost:9388&#8221;;

using (var host = new ServiceHost(typeof(Teste), new Uri(endereco)))
{
    host.AddServiceEndpoint(typeof(IServico), new BasicHttpBinding(), “”);
    host.Open();

    for (int i = 1; i < 11; i++)
        using (var srv = new ChannelFactory<IServico>(
            new BasicHttpBinding(), new EndpointAddress(endereco)))
                Console.WriteLine(srv.CreateChannel().Ping(“Teste ” + i.ToString()));
}

BufferManager

O WCF faz uso internamente de uma classe chamada BufferManager. Como o próprio nome sugere, ela faz o gerenciamento de memória durante as requisições, e ao invés de ficar criando array de bytes para ler ou escrever uma mensagem, o BufferManager gerencia um pool de buffers para fazer uma melhor reutilização quando o recurso não é mais necessário.

Quando a requisição é lida e a memória reservada para isso não é mais necessária, este gestor recicla a mesma ao invés de descartar, evitando assim ter todo o custo de criação e alocação quando uma nova requisição chegar. A não utilização de um gestor de memória pode degradar a performance do serviço, do host e, consequentemente, da máquina onde tudo isso é executado.

Os bindings já fornecem propriedades para criar e gerenciar o BufferManager, a saber: MaxBufferPoolSize e MaxBufferSize. A primeira indica a quantidade máxima de memória (em bytes) que ele terá, enquanto a segunda, indicará o máximo de memória que cada item dentro do pool poderá ter, também em bytes. É importante dizer que a propriedade MaxBufferSize deve ter o mesmo valor da propriedade MaxReceivedMessageSize.

Engana-se quem acha que esta classe só traz benefícios. Se ela for mal configurada, a memória pode não ser devolvida/reciclada, e em pouco tempo, esgotará os recursos disponíveis na máquina. O algoritmo utilizado por esta classe, cria os pools de acordo com o tamanho das mensagens que precisam ser manipuladas, e se não havendo nenhum pool que atenda a mesma ou a mensagem é maior que o valor estipulado na configuração, o WCF aloca memória diretamente na HEAP, ou seja, não gerenciada pelo BufferManager.

Se isso ocorrer com frequência, ao longo do tempo os recursos estarão esgotados e as mensagens não serão mais processadas. É comum ver cenários onde todos as configurações são definidas com seus valores máximos (int.MaxValue), e isso poderá impactar consideravelmente o serviço. É importante dimensionar as configurações de acordo com a necessidade de cada serviço, baseando-se, principalmente, na demanda e tamanho das mensagens que chegam até ele.

Há uma forma de informar ao runtime do WCF para não utilizer o pool de buffers. Para isso basta configurar a propriedade MaxBufferPoolSize com o valor 0 (zero). Isso fará com que o WCF crie um buffer para cada requisição diretamente na memória HEAP, e fica a cargo do Garbage Collector gerenciar o seu tempo de vida. Para confirmar isso, no interior da classe BufferManager, se o valor informado for zero, a classe GCBufferManager é criada, e caso contrário, a classe PooledBufferManager é utilizada.

Se criarmos um pequeno exemplo de um serviço que retorna uma coleção de objetos (5000), podemos perceber no resumo do profiler que foi aplicado à execução, uma diferença significativa da quantidade de bytes que foram alocados quando utilizamos a propriedade MaxBufferPoolSize com valor diferente de zero e com valor igual a zero.

O buffer é útil quando falamos de mensagens pequenas. Quando se tratam de mensagens que ultrapassam 64KB, opte por não utilizar este recurso.

Buffer e Streaming no ASP.NET Web API

Como sabemos, o ASP.NET Web API permite o upload e download de arquivos para uma determinada ação dentro do controller, e apesar de podermos receber e retornar sem maiores problemas estes arquivos, precisamos nos atentar à algumas configurações que precisamos realizar dependendo do tamanho dos arquivos que desejamos receber.

Devido a isso, precisamos explicitamente realizar essas configurações, já que o ASP.NET vem com algumas definições padrões que talvez não irão satisfazer as nossas necessidades. Como sabemos, uma das formas de hospedarmos a nossa API é utilizando a própria infraestrutura do ASP.NET, que por sua vez, deve ser colocado dentro do IIS. Tanto o IIS quanto o ASP.NET possuem limitadores que abortam a requisição caso a mesma seja maior que um determinado valor.

Um velho conhecido de quem trabalha com o ASP.NET é o arquivo Web.config. Dentro dele há um elemento chamado httpRuntime, que possui entre inúmeras configurações que interferem na execução daquela aplicação ASP.NET, uma que é justamente o tamanho máximo (em bytes) que a requisição deve ter. Abaixo estou definindo que a mesma não possa exceder 5 MB, caso contrário, o cliente receberá um erro de código 500 (Internal Server Error), indicando o excesso de informações que foi submetida.

<system.web>
  <httpRuntime maxRequestLength=”5120″ />
</system.web>

É importante que se mantenha este valor no limite viável para sua aplicação, para que não abra demais e, consequentemente, comece a receber requisições mal intencionadas e que poderão comprometer o bom desempenho do servidor onde a API está sendo hospedada e executada.

Muitas vezes a necessidade de alterar essas configurações tem a ver com o recebimento de arquivos (uploads). Apesar de alterarmos essa configuração, ainda há algo que possamos fazer para que seja possível ter uma melhor performance durante o processamento da requisição. Por padrão, o ASP.NET Web API faz o buffer da mensagem completa em memória, para depois disso, processá-la. Por mais que o valor informado na atributo acima seja enorme, se você não tiver memória suficiente, a requisição não será processada.

Felizmente o ASP.NET Web API permite alterar esse comportamento, fazendo com que a requisição seja convertida em um modelo de streaming, repassando os bytes para o destino diretamente, sem a necessidade de alocar memória para isso. Tudo o que precisamos fazer é implementar a interface IHostBufferPolicySelector e definir qual o modelo de buffer a ser utilizado, podendo definir um padrão para a entrada (upload) e outro para a saída (download).

Já existe uma implementação padrão desta interface que é a classe WebHostBufferPolicySelector (já utilizada pelo ASP.NET Web API). Essa classe permite sobrescrever os mesmos métodos expostos pela interface (UseBufferedInputStream e UseBufferedOutputStream), onde ambos os métodos, retornam um valor boleano indicando se deve ou não efetuar o buffer da requisição/resposta. Para o exemplo, vamos apenas nos preocupar com as requisições, ou seja, os uploads enviados à API, não devem ser colocados na memória. Apesar de poder condicionar ao controller aqui, optei por não realizar o buffer se o tipo de conteúdo da requisição se tratar de um formulário defina o multipart no enctype, ou seja, trata-se de um upload. Note que não colocamos o controller/ação em hard-code aqui.

public class NoBufferPolicySelector : WebHostBufferPolicySelector
{
    public override bool UseBufferedInputStream(object hostContext)
    {
        var context = hostContext as HttpContextBase;

        if (context != null)
            if (context.Request.ContentType != null && context.Request.ContentType.Contains(“multipart”))
                return false;

        return true;
    }
}

Depois da classe acima criada, é necessário acoplarmos a mesma a execução do ASP.NET Web API, e para isso, basta recorrermos à coleção de serviços exposta pela classe HttpConfiguration, e lá substituirmos o seletor padrão por este que acabamos de criar. O código abaixo ilustra essa configuração.

public static class WebApiConfig
{
    public static void Register(HttpConfiguration config)
    {
        config.Services.Replace(typeof(IHostBufferPolicySelector), 
            new NoBufferPolicySelector());

        //Outras configurações
    }
}

Vale lembrar que essa configuração é válida somente quando estamos optando por hospedar as APIs no IIS. Quando optamos pelo modelo de self-host, então devemos continuar recorrendo ao enumerador TransferMode, criado e exposto pelo API do WCF.

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